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Pais de crianças com microcefalia se reúnem com o vereador Célio Studart na Câmara Municipal de Fortaleza

Os pais de crianças com microcefalia e com síndrome congênita do Zika Vírus enfrentam diversos problemas diariamente para garantir o bem-...
Os pais de crianças com microcefalia e com síndrome congênita do Zika Vírus enfrentam diversos problemas diariamente para garantir o bem- estar de seus filhos em Fortaleza. Para reivindicar melhorias e apresentar suas principais dificuldades, os pais participaram de uma reunião, na Câmara Municipal de Fortaleza, proposta pelo vereador Célio Studart (SD), junto com representantes da Secretaria de Saúde e Educação de Fortaleza, Secretaria de Saúde do Estado, INSS e OAB-Ceará.



A maioria das reivindicações apresentadas pelos pais foi em relação à falta do apoio necessário do Poder Público, em que as famílias se sentem muitas vezes desamparadas. Uma das mães que participou do encontro, Eliane Roriz, e que está montando junto a outras mães a Associação Filhos da Benção, ressaltou que as principais dificuldades são: vagas no ensino público infantil, unificação nos procedimentos: consultas, exames, recebimento de fraldas; falta de medicação e vacina, benefício do INSS e tratamentos alternativos.

De acordo com o vereador Célio Studart, as famílias também reclamam da falta de comunicação entre os órgãos públicos, para oferecer com mais agilidade e prontidão todo o apoio que pais e mãe que tem filhos com Microcefalia precisam. “É preciso que o Poder Público compreenda as necessidades dessas famílias e procure desburocratizar suas ações de modo a combater as necessidades que elas enfrentam. Coisas simples, como transporte e medicamento ajudam a tornar a vida delas menos desconfortável e o Poder Público pode e deve atuar nisso”, ressaltou.

Representando a Coordenadoria da Criança e a Secretaria de Saúde e do Estado, Silvana Leite, comentou que o Governo do Estado vem trabalhado também nessa questão, investindo em policlínicas para que crianças com microcefalia e seus pais possam receber atendimento das policlínicas instaladas no Estado, porém o investimento acaba se tornando limitado por conta da crise que o país está passando.

No fim da reunião, foi encaminhado aos órgãos competentes um pedido para maior celeridade de cadeiras ortopédicas, cadeira de banho, cadeira de rodas e questão distribuição e acesso a medicamentos e vacinas. “São muitas questões que demandam a atenção de vários órgãos, e eles precisam se comunicar de forma mais aprimorada para poder dar mais dignidade a essas famílias, e em especial, a essas crianças”, afirmou Célio.

Participaram da reunião: Silvana Leite, representando a Coordenadoria da Criança e a Secretaria de Saúde e do Estado; a pediatra, Dra. Gerly Anne Nóbrega Barreto, representando a Secretaria de Saúde Fortaleza; Dra. Amanda Souza, representando a Comissão de Saúde da OAB-CE; a assistente social, Diana de Sousa Sá, representando o INSS e Conceição Cavalcante, representando a Secretaria de Educação do Município.

O assunto ganhou destaque e foi matéria de capa do jornal O Estado.












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