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Célio Studart critica respostas evasivas do ministro da Educação na Câmara

O deputado federal Célio Studart (PV-CE) criticou, nesta quarta-feira (15/05, a postura do ministro da Educação, Abraham Weintraub, dura...


O deputado federal Célio Studart (PV-CE) criticou, nesta quarta-feira (15/05, a postura do ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante reunião da Comissão Geral na Câmara dos Deputados para esclarecer cortes na Educação pelo governo federal. “Votamos ‘sim’ pela convocação de vossa excelência, mas estou muito arrependido do meu voto de ontem. Preferia ter gastado o meu tempo trabalhando em outras coisas, porque, sinceramente, suas respostas foram evasivas e, em muitos momentos, desrespeitosas”, apontou.

Célio Studart chamou atenção para a situação do Ceará, estado do Nordeste que tem alunos mais pobres nas universidades. “Mais de 80% dos nossos alunos não têm a família recebendo nem R$ 1.500 por mês e somente 24% têm alguma assistência estudantil. Saiba que contingenciar, cortar, ou o que quiser chamar, não é algo que corresponda ao que vocês prometeram ao Brasil. Saiba que a lágrima de cada estudante que deixar de estudar, o futuro perdido de cada estudante que tiver que largar a faculdade ou que não puder ingressar, estará nas suas mãos  e nas mãos do seu governo”, destacou.

O deputado também observou que Weintraub citou mais o ministro da Economia, Paulo Guedes, do que o presidente Jair Bolsonaro e condenou  a falta de comunicação do governo. “ Vocês não se comunicam bem nem com o povo, nem com a Câmara e nem entre si”, exclamou Célio, que pela manhã participou da manifestação contra os cortes ocorrida na Esplanada dos Ministérios.

Na sessão de terça-feira (14/05), o deputado votou a favor da convocação do ministro da Educação e voltou a criticar o contingenciamento, classificado por ele de absurdo. Desde a semana passada Célio Studart vem criticando a decisão do governo.

No dia 8, o parlamentar foi à tribuna e citou como exemplo o impacto na Universidade Federal do Ceará, onde 43 mil alunos serão afetados. No dia 9, o mandato requisitou oficialmente ao Ministério Público cearense investigação sobre o impacto da medida no estado.

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